Quando é que se sabe que andamos há montes de tempo à volta de gente que vive e respira vinho?
É quando não nos apetece nada ter de ir provar vinhos “de mesa” e acabar por não largar o copo com as últimas gotinhas do Negre de Negres (é espanhol, mas tem um cheirinho que me faz lembrar os tawny).
Até sempre!
Há 15 anos
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