Comecei por visitar o Arithmeum, onde se pode ver a maior colecção do mundo de instrumentos e máquinas de calcular. Confesso que o que mais me fascinou não foi a quantidade e diversidade de aparelhos para fazer contas, mas sim a arquitectura do edifício e a exposição temporária da obra de Jo Niemeyer, tão geometricamente harmoniosa que me apetecia levar os quadros todos para casa.

Depois de dar um pulo à festarola de Beuel, pejada de barracas de comes e bebes, voltei à cidade para ler um pouco e relaxar à sombra das árvores do Hofgarten.
Como o objectivo cultural seguinte ficava na zona dos museus, Museumsmeile, optei por fazer a Rheinpromenade a pé em direcção à Haus der Geschichte (Casa da História), onde se pode ver uma extensa exposição sobre vários aspectos da vida na Alemanha desde o final da 2ª Guerra Mundial até aos dias de hoje. Não me recordo muito bem, mas de certeza que já tinha visitado o museu na primeira vez que vim à Alemanha porque certos elementos pareceram-me muito familiares.
Aspectos muito positivos nos dois museus visitados: existência de bengaleiro, para não ter de andar a carregar com a carteira, e o facto de haver bancos um pouco por todo o lado, para uma pessoa poder repousar e assim apreciar as exposições com mais calma.
Saí da Haus der Geschichte direitinha para o Museumsplatz onde estava a ter lugar o Bundes Big Bands Festival (sexta e sábado). Já tinha ido lá na sexta-feira depois do trabalho ver a Big Band das Canárias e no sábado assisti contentíssima às actuações da European Movement Jazz Orchestra (com alguns elementos portugueses) e da Dietrich Koch Big Band. Um final de tarde/início de noite que me encheu as medidas! (Eu até nem sou grande apreciadora de jazz, mas uma Big Band é sempre mais estimulante do que só piano e contrabaixo, por exemplo...)
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